Sara Bertrand, vive e trabalha em Santiago do Chile. Estudou História e Jornalismo na Universidad Católica de Chile, onde lecionou no curso “Apreciação estética de livros juvenis” no diplomado homônimo da Facultad de Filosofía y Humanidades. Escreve para a Fundación La Fuente e ministra oficinas no Laboratório Emília. Foi vencedora do New Horizons Bologna Ragazzi Awards 2017 com La mujer de la guarda (Babel, 2016); do White Ravens 2017 com No se lo coma (Hueders, 2016); da Medalla Colibrí 2019, com o Manifiesto literal, mujeres impresas (Planeta, 2018); do Prêmio Banco del Libro de Venezuela 2016 com Cuando los peces se fueron volando (Tragaluz, 2015), e em 2018, com La mujer de la guarda. Foi traduzida para o francês, catalão, italiano e português. Seus últimos livros são Afuera (2019, Emecé) e A mulher da guarda (Solisluna/Selo Emília, 2018) – este último tendo obtido o Selo de Distinção da Cátedra UNESCO no Brasil, em 2019.